Web Rádio Nova Voz de Soledade

sábado, 20 de setembro de 2014

O Silêncio Da Mídia Sobre O Plebiscito Da Reforma Política

Fonte: Plebiscito Constituinte - http://www.plebiscitoconstituinte.org.br/

A Grande Imprensa Tratou De Erguer Uma Cortina De Silêncio Em Torno Do Plebiscito Popular Da Reforma Política, O Que É Compreensível. Ela Vê Com Desconfiança Qualquer Mobilização Popular.

Por Wadith Damous*
Muitas das mazelas relacionadas ao exercício da política no Brasil podem ser superadas com uma reforma que atinja alguns objetivos.
Limite radicalmente o peso do poder econômico nas eleições, revendo as formas de financiamento de campanhas, o que ajudará a diminuir a corrupção e não fará mais de certos parlamentares reféns dos doadores.
Garanta a fidelidade partidária, fortaleça os partidos e diminua seu número, pondo fim às legendas de aluguel, outro foco de corrupção.
Redefina o papel do Senado e ponha fim à figura do suplente de senador, portas de entrada no parlamento para figuras sem representatividade política ou social.
Dê o mesmo peso ao voto de cada eleitor na escolha dos deputados federais, independentemente de seu estado de origem. Hoje o voto de um eleitor dos estados pequenos tem mais peso do que o de um estado mais populoso.
Não há quem, no Brasil, negue a importância do debate sobre essas questões e outras mais. Ocorre, porém, que, em muitos casos, isso acontece apenas da boca para fora. Um grande número de deputados e senadores não tem coragem para defender de forma explícita que tudo fique como está, mas, na vida prática, faz de tudo para impedir qualquer modificação.
Esses parlamentares foram eleitos com essas regras. Como não têm compromisso com a democracia e sem qualquer espírito público, querem mantê-las imaginando que, assim, a recondução aos cargos que ocupam ficará mais fácil.
É por essa razão que, ano após ano, nada muda. Apesar dos discursos em contrário, que, da boca para fora, enfatizam a necessidade e a urgência da reforma política.
Romper esse círculo vicioso só é possível se forem satisfeitas duas condições.
A primeira, que a sociedade se mobilize, ponha os atuais parlamentares contra a parede e torne inevitável a abertura de um processo de mudanças.
A segunda, que o debate e a aprovação de novas regras sejam feitos por pessoas que não tenham interesses individuais em jogo e que, portanto, não estejam preocupadas em legislar em causa própria. Assim, os integrantes da Constituinte exclusiva seriam eleitos para fazer a reforma política, e nada mais do que isso. Não permaneceriam como parlamentares depois que ela fosse concluída.
Com o objetivo, então, de fazer avançar a reforma política é que está acontecendo um plebiscito a respeito. O povo votou e ainda pode votar respondendo a uma única pergunta: “Você é a favor de uma Constituinte Exclusiva e Soberana sobre o Sistema Político?”
Para fazer desse plebiscito uma realidade, foram criados mais de 1.700 comitês em todo o Brasil. Estão envolvidos na campanha milhares de ativistas em todos os estados e um número superior a 450 entidades, movimentos e organizações sociais.
A grande imprensa tem tratado de erguer uma cortina de silêncio em torno da iniciativa, o que é compreensível. Ela vê com desconfiança qualquer mobilização popular. O boicote só reforça a necessidade de que o plebiscito seja divulgado o mais amplamente possível e por todos os meios disponíveis.
Foram instaladas urnas em locais de trabalho (como fábricas, agências bancárias, escolas, órgãos públicos) e em áreas de concentração popular. Para votar, basta que o eleitor se identifique e forneça seu CPF, o que evitará a duplicidade de participação.
Vai ser possível, também, votar pela internet, no site www.plebiscitoconstituinte.org.br, o que permitirá a participação de eleitores em locais em que não haja comitês organizados e urnas à disposição.
Esta não é uma luta qualquer.
Não haverá avanços significativos na sociedade brasileira sem uma reforma que modifique profundamente as atuais regras da disputa política.
E não haverá reforma política sem participação popular.
*Wadith Damous é Presidente licenciado da Comissão Nacional de Direitos Humanos da OAB e da Comissão da Verdade do Rio de Janeiro

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Web Rádio Nova Voz de Soledade completa um ano

Criada no dia 18 de setembro de 2013 a NOVA VOZ é a primeira web rádio da cidade de Soledade/PB. Estamos cadastrados no Portal da Rádio Senado e tocamos alguns programas e notícias da Rádio Senado. Também somos emissora retransmissora da Rádio Evangelizar AM de Curitiba/Paraná, temos parceria com a Rádio Câmara da Câmara dos Deputados e retransmitimos o Programa Viva a Vida da Pastoral da Criança.


Com caráter educativo, cultural e informativo, a NOVA VOZ se propõe a ser um canal de informações locais e de interesse de todos, além de tocar a boa música brasileira, valorizando os mais diversos estilos musicais. 

No site 
www.radionovavozdesoledade.webradioo.net O internauta pode acompanhar a nossa programação com uma ótima seleção musical e uma excelente qualidade de áudio. Para ouvir a web rádio NOVA VOZ DE SOLEDADE basta acessar o link http://www.radionovavozdesoledade.webradioo.net/ e vc já estará ouvindo a nossa programação.
WEB RÁDIO NOVA VOZ DE SOLEDADE, um ano com você, 24h na net.



Mais de 85% das casas têm água encanada, diz IBGE

Da Agência Brasil
A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad)  referente a 2013, divulgada hoje (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que, em relação ao item serviços básicos, houve um aumento de 2,1% no número de domicílios particulares permanentes. O total de domicílios alcançou, em  2013, cerca de 65,1 milhões. O número aponta para continuidade de alta em comparação ao ano anterior. Por regiões, o maior crescimento percentual foi registrado no Norte (3,2 %) e Centro-Oeste (2,9 %), enquanto o Sudeste teve a menor expansão (1,5%). O IBGE destacou, porém, que em termos absolutos, as regiões Sudeste e Nordeste apresentaram maior aumento, com 431,3 mil unidades e 381,6 mil, respectivamente. Do universo de domicílios ocupados em 2013, 74,5%, eram próprios, e 17,9% eram alugados. 

Cresceu 2% em 2013 o número de residências com abastecimento de água. Com isso, 1,1 milhão de unidades passaram a ser atendidas pela rede. Cerca de 85,3% das habitações existentes no país, equivalente a 55,6 milhões, tinham água encanada no ano passado. O maior aumento foi observado na Região Sul, de 87,1% para 88,5%. Já a Região Centro-Oeste teve a maior redução, de 86% para 84,6%.

A pesquisa revela que o total de domicílios com coleta de esgoto e fossa séptica chegou a 41,9 milhões no ano passado, aumentando de 63,3% para 64,3%. A maior cobertura permaneceu com o Sudeste (88,7%), enquanto a menor (19,3%) foi registrada no Norte. Todas as regiões apresentaram avanços, salientou o IBGE. Os mais significativos ocorreram no Sul (8,4 %), no Norte (8,3 %) e no Centro-Oeste (7,1 %).

Na coleta de lixo, as casas atendidas subiram 3,2 % em 2013, em comparação ao ano anterior, passando de 56,6 milhões para 58,4 milhões. Foram beneficiados 89,8% de habitações. Em 2012, o índice era  88,8%. A maior expansão foi observada no Nordeste (5,1 %). De acordo com o IBGE, o Sudeste manteve a liderança na oferta do serviço, com 96,3% de casas atendidas. O Norte e o Nordeste, em contrapartida, se mantiveram com as menores proporções de domicílios atendidos (78,8% e 78,5%, respectivamente).

Comparando o acesso a serviços básicos em 2013 em relação a 2001, o IBGE constatou que o crescimento da proporção de unidades atendidas foi 5,3 pontos percentuais, no caso de abastecimento de água; 10,9 pontos percentuais, para rede de esgoto sanitário e fossa séptica; 7,7 pontos percentuais, para coleta de lixo.

Sobre energia elétrica, a pesquisa apurou crescimento de 2,1 pontos percentuais, com o total de 99,6% de domicílios atendidos. Excetuando o Norte (97,7%), as demais regiões registraram percentual acima de 99%. Sul e Sudeste superaram a média nacional, alcançando 99,9% cada.

A Pnad registra alta de 3,8 % no número de residências com acesso a algum tipo de  telefone de 2012 a 2013, o que corresponde a 92,7%. Abaixo da média nacional, se mantêm o Nordeste (86,8%) e o Norte (86,2%). A pesquisa verificou ainda que mais casas têm somente celular, enquanto diminui a quantidade somente com telefonia fixa: 34,6 milhões de unidades tinham apenas telefone móvel (aumento de 5,6 %), em 2013, enquanto o acesso só à telefonia fixa caiu na mesma proporção (5,6 %), somando no ano passado 1,8 milhão de domicílios.

A maior expansão de acesso a celular foi observada na Região Centro-Oeste (8,4 %), atingindo 62% das unidades residenciais.

Comparativamente a 2001, a pesquisa revela aumento de 58,9% para 93,3% na quantidade de domicílios em que pelo menos uma pessoa tinha acesso ao serviço de telefonia móvel ou fixo no ano passado. No período 2001/2013, houve, porém, queda de 25,1 pontos percentuais no número de unidades com apenas telefone fixo convencional, enquanto subiu em 45,3 pontos percentuais a quantidade de domicílios com somente telefone móvel. A pesquisa apurou ainda que 75,5% da população residente no Brasil, em 2013, tinham celular para uso pessoal.

Alana Gandra - Repórter da Agência Brasil Edição: Fábio Massalli

Cresce número de crianças com mais de 4 anos na escola

Da Agência Brasil

O número de crianças entre 4 anos e 5 anos na escola chegou a 81,2%, o que significa crescimento de 3,1 pontos percentuais em relação ao ano de 2012 (78,1%). Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2013, divulgada hoje (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Já a taxa na faixa etária de 6 a 14 anos na escola, que corresponde ao ensino fundamental, chegou a 98,4%.

De acordo com a coordenadora da pesquisa, Maria Lucia Vieira, o aumento no número de crianças na escola pode estar relacionado ao fato de que mais mulheres estão entrando para o mercado de trabalho. “As crianças precisam ir mais cedo para as escolas e creches, e esse percentual cresce especialmente na Região Nordeste”, explicou. No Nordeste, a taxa nos primeiros anos escolares alcançou 86,9%, e junto com os 84,9% na Região Sudeste influenciaram a alta da média nacional. No Norte, o percentual era 67,9%; no Sul, 72,9%; e no Centro-Oeste, 72,1%,

A taxa de escolarização de adolescentes, entre 15 e 17 anos, alcançou 84,3% no ano passado, ante 84,2% no ano anterior. Entre os jovens de 18 e 24 anos, a taxa cresceu 29,3%, em 2012, para 30,1% no ano passado. Para pessoas com 25 anos ou mais, a taxa de escolarização manteve-se em 4,1%.
A proporção de estudantes com 4 anos ou mais de idade na rede pública de ensino era 72,9%. No ensino fundamental, 85,7% dos alunos estavam em escolas públicas, e no ensino médio, a proporção chegou a 86,8%. Somente 25,2% dos estudantes de nível superior, incluindo mestrado e doutorado, frequentavam instituições públicas.

Ao todo, 76,5% dos estudantes estavam na rede pública, no ano passado, equivalentes a 41,1 milhões de pessoas. O número médio de anos de estudo no Brasil era 7,7 anos em 2013, um pouco acima dos 7,5 anos registrados em 2012.

Houve aumento do número médio de anos de estudo em todas as regiões. A média mais alta é no Sudeste, com 8,3 anos, e a mais baixa no Nordeste, com 6,6 anos. A análise por sexo mostrou que as mulheres têm mais anos de estudo, em todas as regiões. Elas ficam, em média, 0,5 ano a mais na escols. Diferença que aumenta para 0,8 ano no Nordeste.

A Pnad é feita anualmente e revela dados sobre população, migração, educação, trabalho, rendimento e domicílios. Os resultados de 2001 a 2012 foram ponderados com base na última projeção da população.

Flavia Villela - Repórter da Agência Brasil Edição: Stênio Ribeiro

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Geração de energia eólica faz Brasil dobrar a redução de emissão de CO2

Do Portal Brasil

INFRAESTRUTURA
Estimativa do setor é que a redução da poluição do ar graças à energia eólica se intensifique nos próximos anos

A geração de energia eólica no Brasil evitou a emissão de um milhão de toneladas de CO2 na atmosfera no primeiro semestre de 2014. Isso contribuirá para que o País chegue ao final do ano com um recorde de 3,25 milhões de toneladas mitigadas, duas vezes mais do que o total reduzido em 2013 (1,6 milhão de toneladas). Os dados são da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica).
A estimativa é que a redução da poluição do ar graças à energia eólica se intensifique nos próximos anos porque o Brasil está investindo pesadamente no setor. Em média, são R$ 15 bilhões anualmente na construção de parques eólicos, expandindo de forma significativa a geração desse tipo de energia e contribuindo para reduzir a emissão de gases poluentes na atmosfera.
“O Brasil é um dos países que mais está expandindo sua capacidade eólica no mundo”, observa Élbia Melo, presidente da Abeeólica. Com o aumento do investimento, o mercado brasileiro está se tornando cada vez mais atraente a investidores externos. “Até 2018, deveremos gerar 120 mil postos na cadeia produtiva como um todo, desde a fabricação até a instalação dos aerogeradores”, afirma Élbia.
As regiões brasileiras com melhores condições para receber parques eólicos são o Nordeste e o Sul.
Fonte:


quinta-feira, 4 de setembro de 2014

EUCALIPTO TRANSGÊNICO – O QUE VOCÊ PRECISA SABER

Fonte: Em Pratos Limpos

Em pratos limpos » EUCALIPTO TRANSGÊNICO – O QUE VOCÊ PRECISA SABER

No próximo dia 4 de setembro será realizada em Brasília audiência pública sobre o eucalipto transgênico [1].
A Futuragene/Suzano quer fazer do Brasil o único país do mundo a liberar essa tecnologia. Mas a própria empresa reconhece que não avaliou os efeitos da modificação genética que faz a planta aumentar a produção de madeira [2]. Além disso, afirma que faltou tempo para estudar seu impacto sobre as abelhas e sobre a produção do mel [3].
As abelhas são os principais polinizadores dos eucaliptos e o mel é produto de elevado valor medicinal e nutricional. A empresa reconhece que as abelhas voam distâncias superiores a 6 km e que outras plantações podem ser contaminadas [4], mas alega que isso não é um problema pois os plantios hoje são feitos a partir de clones e não de mudas produzidas a partir de sementes. Acontece que só em 2013 o Instituto de Pesquisas Florestais comercializou 525 kg de sementes de eucaliptos [5], que seriam suficientes para plantar mais de 10.000 ha.
A empresa também deixou de avaliar os aspectos nutricionais do mel produzido por abelhas que visitaram as árvores transgênicas e não realizou nenhum experimento sobre sua toxicidade e alergenicidade [6]. Assim, não se pode dizer se é ou não seguro consumir esse mel.
O que acontecerá com os apiários e produção de mel? E a produção orgânica de mel, própolis, pólen e geleia real?
Certificados socioambientais como o FSC não aceitam a produção de árvores transgênicas [7].
A empresa diz que esse eucalipto transgênico é mais produtivo e assim não será necessário avançar sobre áreas nativas. Já o setor da silvicultura projeta expansão de 50% até 2020, chegando a 9 milhões de hectares [8].
Hoje não há estudos disponíveis para se avaliar os potenciais impactos do eucalipto transgênico. Sem essas informações não se pode tomar uma decisão confiável sobre liberá-lo ou não. É isso o que diz o Princípio da Precaução, que está no artigo 1º da lei de biossegurança (Lei 11.105, de 24 de março de 2005).

[1] A partir das 14h no auditório do CNPq, SHIS, Quadra 1, Lago Sul.
[2] Ex. p.12, 56, 67 e 69 do dossiê disponível em http://bit.ly/eucaliptoGM
[3] Idem, p. 17, 76 e 134.
[4] Ibidem, p. 225.
[5] Ibidem, p. 11, 13, 125, 129.
[6] Relatório IPEF 2013.
[8] ABRAF, 2011.



Ebola: União Africana fará reunião de emergência na segunda-feira

Da Agência Brasil
A União Africana anunciou hoje (4), em nota, que fará reunião de emergência na próxima segunda-feira (8) para definir uma estratégia do continente de combate à epidemia de ebola, que atinge a África Ocidental e já matou 1.900 pessoas.

O Conselho Executivo da União Africana adiantou que a reunião, na sede da organização, em Adis Abeba (Etiópia), vai examinar as medidas de suspensão de voos, o fechamento de portos e fronteiras e a "estigmatização dos países afetados e dos seus cidadãos”.

Segundo o comunicado, a reunião atende à necessidade de se ter uma visão comum do vírus ebola e de adotar uma abordagem coletiva em todo o continente, que leve em conta o impacto sociopolítico e econômico.

A organização pan-africana destaca que os países-membros estão preocupados com o fechamento de fronteiras e a suspensão de serviços aéreos, determinados por alguns países africanos, lembrando que isso poderá, "em última instância, aumentar o sofrimento" já causado pelo ebola.

A Organização Mundial da Saúde divulgou, nessa quarta-feira (3), o último balanço sobre a febre hemorrágica, anunciando que já foram registrados mais de 1.900 mortes entre 3.500 casos na África Ocidental.

Os números indicam clara progressão em relação ao balanço divulgado na semana passada, quando havia cerca de 1.500 mortos em 3 mil casos.

Os países mais afetados são a Libéria, Serra Leoa e a Guiné Conacri. A Nigéria é também atingida, e um cidadão que viajou da Guiné Conacri foi registrado como o primeiro caso no Senegal.

info_ebola
Da Agência Lusa